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01-11-2013 12:52:00
 
   
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Projeto Terraprima-UNAC/Fundo Português de Carbono – Controlo dos Matos
última OPORTUNIDADE de adesão
 
 
Controlo dos matos sem mobilização do solo permite uma remuneração pelo sequestro de carbono de 40 EUR por ha
 
 
Está neste momento a decorrer a última fase de adesão ao Projeto Controlo dos Matos, um projeto da Terraprima – Serviços Ambientais, Lda., implementado em colaboração com a UNAC (União da Floresta Mediterrânica) e com o apoio do Fundo Português de Carbono.
 
Ao aderir ao projeto, os agricultores comprometem-se a fazer o controlo de mato com recurso a métodos não lesivos para o solo durante os quatro anos do Projeto (1 de Janeiro de 2011 a 31 de Dezembro de 2014). A consequente acumulação de matéria orgânica permitirá sequestro de carbono, um serviço ambiental pelo qual os agricultores serão remunerados a 40 EUR por ha.
 
São elegíveis os agricultores/produtores florestais que já procediam ao controlo dos matos com corta-matos ou destroçador antes do período de compromisso ou os que, tendo utilizado grade antes do projeto, pretendam mudar para um destes métodos. São elegíveis áreas de sobro, azinho, pinheiro manso e carvalho negral, no sul e interior centro do país, periodicamente submetidas a controlo de mato e que não tenham sido gradadas desde 1 de Janeiro de 2011.
 
Para aderir ao projeto deve entrar em contacto com a ACHAR para iniciar o processo de adesão.
Os documentos necessários para a adesão e outra informação útil sobre o projeto podem ser encontrados em www.agricultores.extensity.pt.
 
Esta constitui a última oportunidade de adesão ao projeto, a qual tem de ocorrer até 31 de Dezembro de 2013 (prazo para submissão de processos completos), pelo que recomendamos que entre em contacto com os nossos serviços técnicos o mais brevemente possível.

 

 

 

 

 

PERÍODO CRÍTICO

 

O período crítico no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta Contra Incêndios, é definido em portaria todos os anos, nesse período devem ser asseguradas medidas especiais de prevenção contra incêndios florestais.

De acordo com a legislação em vigor, a realização de queimadas e queima de sobrantes está condicionada pelo indice de risco de incêndio, assim:

 

  • A realização de queimadas só é permitida fora do período crítico e desde que o índice de risco temporal de incêndio seja inferior ao nível elevado e só é permitida após licenciamento na respectiva câmara municipal;

Em todos os espaços rurais, fora do período crítico e desde que se verifique o índice de risco temporal de incêndio de níveis muito elevado e máximo, não é permitido:

a) Realizar fogueiras para recreio ou lazer e para confecção de alimentos, bem como utilizar equipamentos de queima e de combustão destinados à iluminação ou à confecção de alimentos;

b) Queimar matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração.

Entende-se por:

Queimadas - o uso do fogo para renovação de pastagens e eliminação de restolho e ainda, para eliminar sobrantes de exploração cortados mas não amontoados;

Queima - o uso do fogo para eliminar sobrantes de exploração, cortados e amontoados;

Chama-se ainda a atenção que durante o período crítico, nos trabalhos e outras actividades que decorram em todos os espaços rurais e com eles relacionados, é obrigatório que as máquinas de combustão interna e externa a utilizar, onde se incluem todo o tipo de tractores, máquinas e veículos de transporte pesados, sejam dotadas de dispositivos de retenção de faíscas ou faúlhas e de dispositivos tapa-chamas nos tubos de escape ou chaminés, e estejam equipados com um ou dois extintores de 6 kg, de acordo com a sua massa máxima, consoante esta seja inferior ou superior a 10 000 kg.

Mais informações em

http://dre.pt/pdf1s/2006/06/123A00/45864599.pdf

  

 

 

Consulta Pública do grupo

Preencha aqui o inquérito

Politica do grupo

Para mais informações do processo de certificação florestal, contacte-nos 

                    

 


                                                    Certificação Florestal

O grupo ACHAR sgf, tem uma área total certificada de 27 663,6 ha e é composto por 40 aderentes:
 
Aderente
Propriedade Área Total Área Certificada
(ha) (ha)
Ana Maria G. P. B. de Macedo Herdade de Martingil  1520,07 1149,61
AGROPEFE - Agro Pecuária Ferreirense, S.A Serra Santa Catarina, Águas Belas, Barcaio e outras 160,49 160,49
AGROZEL – Agro-Pecuária do Zezêre, SA. Boca da Mata, Cova Seca, Casal Pinto e outras 219,52 196,26
António Vaz Monteiro, Unipessoal Lda. Herdade da Amieira 704,56 670,54
Cabeça de Casal da Herança de Rui Manuel da Silva Santos Gonçalves Afeiteira e Monte Branco 498,32 468,12
Carlos Frederico Abecassis Amaral Netto Casal das Balsas 1221 791,64
Casa Cadaval – Investimentos Agrícolas, S.A. Casa Cadaval 4991,61 3105,48
Casal do Gavião do Meio Sociedade Agrícola Agro-Florestal Unipessoal, Lda Casal do Gavião do Meio 562,4 386,84
Força Aérea Portuguesa – Campo de tiro Campo de tiro 7570 5443,1
Francisco Pais Azevedo - Cabeça de Casal da Herança Herdade da Sanguinheira 161,77 76,74
Frandur Nove Gestão Mobiliária e Imobiliária, Lda. Herdade da Azinheira 163,87 162,86
Herdade do Passareiro, Lda. Herdade do Passareiro 565,99 523,72
João Carlos Amaral Netto Quinta da Murta 498,87 449,01
Joaquim Miguel Vasconcelos Mello e Arriaga Tavares Vila de Rei e Carvalhal 953,65 671,28
Júlia Belo Vale Lama 262,92 137,51
Leovigildo Pedro Quadrado Filipe Herdade do Miradouro de Cima 111,78 111,78
Mª Isabel Arouca Vale Lama 247,18 127,1
Manuel d´Assunção Coimbra Quinta da regueirada e da Bica 202,12 87,46
Manuel V. Mirrado Canas e José Mª Mirrado Canas, Sociedade Agrícola, Lda. Herdade da Crucieira, Andinhos, Fonte da Pedra e Laje da Prata 2 323,62 2246,07
Maria João Correia Azevedo de Magalhães Ramalho Casal do Vale Grande e Folguinhas 127,74 102,52
Monte da Silveira, Soc. Agrícola Lda. Monte da Silveira 628,13 464,4
Nuno Monteiro Coimbra Rosmaninhal e Cortadores 1260,7 1146,23
Pedro Maria de Souza e Holstein de Mello Herdade do Vale da Lama da Atela 1033,71 1030,69
PINHOSER – Industria de Madeira da Sertã, Lda. Pêso Água e Travessa 39,1 39,1
Predial da Avessada, SA Herdade da Perna Seca 1146,33 1108,8
Soc. Agrícola e Imobiliária Almofalinha, S.A Herdade de Martingil 94,86 78,96
Soc. Agrícola José Francisco Dias Herdeiros, Lda. Vale Pequeno, Vale Umbrel, Vale da Mua e Ferraria 800,37 681,78
Soc. Agricola Luis Bairrão, Lda Mariola de Baixo 129,67 129,67
Sociedade Agrícola Casal das Pombas Casal das Pombas e Herdade de Mata-Fome 1046,79 981,76
Sociedade Agrícola da Alorna, S.A. Quinta da Alorna 2337,61 1280,83
Sociedade Agrícola da Casta e Rodeio, S.A. Casta e Rodeio 1068,05 810,23
Sociedade Agricola da Perna Molhada, S.A. Perna Molhada 882,72 758,67
Sociedade Agrícola da Sanguinheira de Codes Herdade da Sanguinheira 457,28 457,28
Sociedade Agrícola dos Moinhos de Vale Flor, S.A. Herdade de Vale Flor 418,25 307,46
Sociedade Agrícola Quinta da Arrezima, Lda. Quinta da Arrezima 264,36 191,9
Sociedade Agrícola Sá de Soveral, Lda. Lagoa do Pereiro 94,38 94,38
 
Sociedade Agro-Florestal Azevedo Ramalho, Lda. Casal do Vale Grande e Folguinhas 201,72 201,72
Teresa José Pereira Coutinho Vale Lama 249,93 153,62
UNIOVO - Ovos e Derivados, S.A. Matana e outras 27,94 27,94
Vale do Marmeleiro Unipessoal, Lda. Marmeleiro 1481,43 1026,36
 
 
Caso tenha comentários ou sugestões a fazer relativos à gestão florestal do Grupo ACHARsgf, cuja Entidade gestora é a ACHAR - Associação dos Agricultores de Charneca agradecemos o seu envio para:   
Grupo ACHARsgf
R. Direita de S. Pedro, 152
2140-098 Chamusca
Tel: 249760041
Fax: 249760043

 
O grupo ACHARsgf recebeu o certificado de Gestão Florestal n.º 1000 e foi noticia no Congresso Florestal Mundial, na Argentina.

  

 

 

última OPORTUNIDADE de adesão

 

 

Controlo dos matos sem mobilização do solo permite uma remuneração pelo sequestro de carbono de 40 EUR por ha

 

 

Exmo(a) Sr.(a)

 

Está neste momento a decorrer a última fase de adesão ao Projeto Controlo dos Matos, um projeto da Terraprima – Serviços Ambientais, Lda., implementado em colaboração com a UNAC (União da Floresta Mediterrânica) e com o apoio do Fundo Português de Carbono.

 

Ao aderir ao projeto, os agricultores comprometem-se a fazer o controlo de mato com recurso a métodos não lesivos para o solo durante os quatro anos do Projeto (1 de Janeiro de 2011 a 31 de Dezembro de 2014). A consequente acumulação de matéria orgânica permitirá sequestro de carbono, um serviço ambiental pelo qual os agricultores serão remunerados a 40 EUR por ha.

 

São elegíveis os agricultores/produtores florestais que já procediam ao controlo dos matos com corta-matos ou destroçador antes do período de compromisso ou os que, tendo utilizado grade antes do projeto, pretendam mudar para um destes métodos. São elegíveis áreas de sobro, azinho, pinheiro manso e carvalho negral, no sul e interior centro do país, periodicamente submetidas a controlo de mato e que não tenham sido gradadas desde 1 de Janeiro de 2011.

 

Para aderir ao projeto deve entrar em contacto com a ACHAR para iniciar o processo de adesão.

Os documentos necessários para a adesão e outra informação útil sobre o projeto podem ser encontrados em www.agricultores.extensity.pt.

 

Esta constitui a última oportunidade de adesão ao projeto, a qual tem de ocorrer até 31 de Dezembro de 2013 (prazo para submissão de processos completos), pelo que recomendamos que entre em contacto com os nossos serviços técnicos o mais brevemente possível.

 



       
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